MUSEU DA INCONFIDÊNCIA


Sobre

CONCEPÇÃO GERAL - EXPOSIÇÃO A exposição permanente do Museu da Inconfidência, montada para a inauguração do órgão em 1944, permaneceu intocável até meados de 2005, quando teve início o projeto de modernização. O objetivo foi manter a instituição fiel ao tema definido pelo decreto de sua criação. Seja pela escassez de material relacionado com o movimento da Conjuração Mineira ou mesmo pela orientação política da época, o certo é que não houve investigação histórica satisfatória que possibilitasse uma compreensão aprofundada das origens do movimento político de 1789. Não houve entendimento de que a evocação de Vila Rica seria essencial para a abordagem da conspiração. O que se apresentou foi uma mostra superficial sobre a evolução de Minas Gerais. A atual estrutura da exposição apresenta a Inconfidência relacionada com Ouro Preto, permitindo, ainda, uma nova leitura da vida social, política e artística mineira dos séculos XVIII e XIX. A museografia, a cargo do especialista francês Pierre Catel, assumiu proporções de nível internacional. O primeiro piso apresenta a infraestrutura da cidade, das origens até o período imperial. Objetos de construção civil, meios de transporte, mineração, aspectos da vida social e do movimento político da Inconfidência documentam a evolução de um agrupamento humano que iria pensar a independência brasileira. Já o segundo piso revela a superestrutura da criação artística, colocando em evidência a importância da Igreja. A primeira etapa do projeto de modernização do Inconfidência foi concluída em agosto de 2006, quando o Museu reabriu suas portas. Três anos depois, a instituição finalizou todo o processo, com a inauguração da iluminação externa da antiga Casa de Câmara e Cadeia, da Loja e Café e de um Cineclube. A reformulação recebeu incentivo do Ministério da Cultura, patrocínios da Caixa Econômica Federal, Petrobras, Acesita, Companhia Brasileira de Metalurgia, Vitae Apoio à Cultura, Educação e Promoção Social e ajuda financeira do banqueiro Aloysio Faria. DESCRIÇÃO GERAL – ACERVO Formado por mais de quatro mil peças, o acervo do Museu da Inconfidência possui exemplares de praticamente todas as esferas da vida sociocultural mineira dos séculos XVIII e XIX. Representantes da produção humana em face de suas necessidades de sobrevivência, deleite e comunicação, os objetos estão intimamente relacionados à formação da sociedade brasileira. É possível verificar vestígios dos sistemas construtivos de caráter religioso e profano, além de objetos de uso pessoal, destinados à vestimenta, à ornamentação, à proteção e à guerra. Destacado, em grande parte, por sua raridade e beleza, o acervo é caracterizado, ainda, pelo seu relevante conteúdo histórico e iconográfico. A importância dos objetos de arte que compõem a atual exposição chama a atenção também por sua autoria. Ali estão obras de Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho), Francisco Vieira Servas, Francisco Xavier de Brito, Manoel da Costa Athaide, João Nepomuceno, Armand Julien Pallière, dentre outros. Merecem particular atenção coleções como a de partituras levantadas por Francisco Curt Lange, pesquisador que descobriu um século de musicalidade que era ignorada pelos especialistas brasileiros e os processos judiciais referentes às ações que tiveram curso nos séculos XVIII e XIX, altamente reveladores sobre o núcleo urbano mineiro nos séculos XVIII e XIX. O núcleo inicial do acervo do Museu da Inconfidência procedeu de três fontes principais: Museu Arquidiocesano de Mariana, Museu Vicente Racioppi e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A partir daí ele foi se ampliando por meio de compras e doações. LOJA & CAFÉ Artigos de qualidade e bom gosto, além de espaço para descanso e lanche, estão à disposição dos visitantes do Inconfidência, no primeiro pavimento. Os produtos personalizados vão desde lanternas recarregáveis, bolsas e squeezes a material de papelaria e jogos educativos. Destaque para reproduções de obras de arte, postais, camisetas e moletons com marca do Museu ou imagens do acervo. É possível encontrar também publicações sobre arte, fotografia, história, cultura mineira e brasileira e folhetos trilíngues sobre a própria instituição, inclusive em braille. No Café o cardápio oferece boas opções aos que encerram a visitação ou resolvem por uma pausa entre as impressões obtidas nas diversas salas.

Contato

Praça Tiradentes, 139 - Centro
OURO PRETO - CIDADE SEDE, Minas Gerais 35400-000
Brasil

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Destaques

  • Possui lanchonete.
  • Possui loja de artigos.
  • GARANTIA TOUR OURO PRETO
  • ACEITA RESERVAS
  • ATENDIMENTO BILÍNGUE
  • ACEITA CARTÕES

Horas

Terça-feira a domingo, das 10 às 18 horas.

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